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29 Jul 2022 | 2 minutos • Carreira

Primeira passagem do pipeline de liderança

De gerenciar a si mesmo para gerenciar outros

Ingrid Machado

Ingrid Machado

Engenheira de computação, especialista em engenharia de software. Autora deste querido blog.

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Uma das minhas dificuldades ao iniciar na gestão de pessoas era a falta de clareza a respeito do papel de um gestor. Por isso, quando encontro algum livro que gostaria de ter lido naquela época, a primeira coisa que penso é em compartilhar aqui. O livro em questão é o Pipeline de Liderança, que fala sobre as condições necessárias para que uma pessoa possa evoluir dentro da gestão.

O que é o pipeline de liderança

O pipeline tem 6 passagens, mas vou focar aqui na primeira chamada “De gerenciar a si mesmo para gerenciar outros”. Que é justamente a primeira troca na atuação de colaborador individual para gestor de pessoas.

Quando somos colaboradores individuais, estamos acostumados a ter tarefas e objetivos bem definidos, colocamos a mão na massa e o resultado gerado é diretamente relacionado com o esforço que aplicamos. Porém, quando surge a primeira oportunidade de ser um gerente, podemos ficar perdidos, sem saber bem o que muda na nossa atuação. E é justamente essa transição que o pipeline de liderança define.

A primeira passagem

A primeira diferença na atuação como gerente é garantir que o trabalho seja realizado por outras pessoas, não por você mesmo. E isso é especialmente mais difícil quando esse trabalho é o que você estava acostumado a fazer como contribuidor individual. É necessário segurar a vontade de ir fazer o trabalho pela outra pessoa e estar disposto a guiar o seu liderado em direção ao resultado.

Mas qual é o papel do gerente de forma mais específica? Bom, ao mesmo tempo que o gestor guia os liderados, ele precisa dar liberdade o suficiente para que as pessoas consigam evoluir. Para atingir esse equilíbrio, o pipeline sugere três tarefas que ficam a cargo do gestor de primeiro nível:

  1. Definir e atribuir o trabalho a ser realizado
  2. Permitir que os subordinados trabalhem enquanto monitora e orienta
  3. Desenvolver contatos sociais buscando promover diálogos abertos e confiança

Num primeiro momento, essas três atribuições parecem ser pouca coisa. Principalmente para quem está acostumado a estar o dia inteiro produzindo. Mas todas essas tarefas exigem dedicação e o gestor precisa estar disponível para o time, o que é impossível se você está ocupado o dia inteiro.

Você não precisa entender como fazer a transição para esse nível sozinho, porque o seu próprio gestor irá ajudá-lo nessa preparação. Mas entender o que é esperado é bem importante. Cada uma dessas atribuições vai exigir novos conhecimentos e comportamentos, bem como uma nova forma de gerenciar o seu tempo e uma revisão de seus valores profissionais.


Se você está fazendo a transição para a gestão, recomendo muito que leia o Pipeline de Liderança e entenda o que é exigido em cada nível. Na minha opinião, ele é um ótimo ponto de partida para entender a diferença na atuação e passa o caminho das pedras para que você consiga procurar fontes compatíveis com cada nível de gestão.

Espero que esse resumo tenha sido útil para você que está tentando entender o que muda quando viramos gestores.

Até a próxima!

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